Mercado móvel ganha 1,26 milhão de acessos no Brasil em setembro

O mercado móvel brasileiro ganhou 1,26 milhão de acessos em setembro de 2026, encerrando o mês com 281,74 milhões de conexões ativas. O resultado inclui tanto linhas utilizadas em celulares quanto chips presentes em equipamentos de Internet das Coisas (IoT).
A expansão foi ligeiramente inferior à registrada em agosto, quando o País adicionou 1,29 milhão de acessos, mas foi quase quatro vezes maior do que a adição líquida registrada no mesmo período do ano passado. Os dados de setembro foram obtidos por meio do Radar da Telecom, parceiro do TELETIME, que reúne informações reportadas pelas operadoras à Anatel.
A Vivo apresentou o maior crescimento líquido entre as operadoras com dados disponíveis, com aproximadamente 463 mil novos acessos no mês. Com isso, a companhia chegou a 106,42 milhões de conexões ativas.
A Arqia, identificada como Datora nos balanços anteriores, também esteve entre os destaques, com 344 mil adições líquidas e uma base de 5,28 milhões de acessos. Já a Surf Telecom, que atua no mercado de operadoras móveis virtuais, adicionou 226 mil conexões, alcançando 4,08 milhões.
Entre as três maiores operadoras, a Claro ganhou cerca de 167 mil acessos, levando sua base a 92,82 milhões. Já a TIM registrou a maior redução entre as empresas avaliadas, com perda líquida de 202 mil conexões. A operadora encerrou setembro com 61,58 milhões de acessos.
A Next Level Telecom (NLT) também apresentou saldo negativo, com aproximadamente 4,9 mil acessos a menos no período. Os resultados representam a variação líquida das bases de conexões, sem indicar necessariamente o ganho ou a perda de pessoas como clientes, já que incluem chips de IoT e usuários com mais de uma linha.
Acessos
O tradicional balanço mensal publicado pelo TELETIME para o mercado móvel teve um escopo mais restrito desta vez. Há pelo menos um mês, está em manutenção a página da Anatel que apresenta os dados de acessos reportados pelas companhias de telecomunicações brasileiras.
Por isso, não foi possível obter os recortes necessários para detalhar tipos de linhas de celular pela Anatel, os acessos de Internet das Coisas, as modalidades pré-paga e pós-paga e as conexões 5G.


