Internet que vamos usar no futuro próximo_FOTO

A internet que vamos usar no futuro próximo

O ponto em comum das tendências é o crescimento da demanda de largura de banda em redes fixas, o que exige melhorar a infraestrutura óptica

Por Rafael Kohiyama – Área Técnica Fibracem

Pode ser que a leitura desse artigo tome alguns minutos do seu dia, mas certamente nesse mesmo tempo de leitura, se observarmos o que acontece no universo virtual da internet, vamos nos impressionar com a quantidade enorme de downloads, mensagens, logins, tweets, compras online, visualizações de vídeos, games, entre outras aplicações que ocorrem simultaneamente em 60 segundos de Internet, conforme podemos observar no infográfico abaixo.

 Fonte: https://www.allaccess.com/merge/archive/31294/infographic-what-happens-in-an-internet-minute

Isso é um retrato da sociedade em que vivemos e não uma novidade relacionada ao surgimento do novo coronavírus, o qual seguramente alavancou certos comportamentos devido ao confinamento. As pessoas se viram obrigadas, de uma forma ou de outra, a recorrer às opções online de atividades que antes estavam acostumadas a fazer presencialmente. Exemplos disso são o crescimento do home-office, do EAD (Ensino à Distância) e até mesmo da telemedicina. Após sete meses desde o decreto da pandemia, muitos especialistas já vislumbram como será o cenário Pós Pandemia: home-office definitivo ou de jornada híbrida, educação remota, aumento de acessórios de smart homes (monitoramento, entretenimento, etc.).

Além disso, novas tecnologias emergentes como VR / AR (Realidade Virtual / Realidade Aumentada), games ou simulações (treinamentos) em holodecking (https://www.youtube.com/watch?v=lWp_k5bvNmw), transmissões em 8K são aplicações que exigirão velocidades mínimas na ordem de Gbps. Sendo assim, não é à toa que o plano estratégico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), responsável por regularizar a internet no Brasil, anunciou seu objetivo de aumentar a velocidade média da banda larga fixa contratada pela população para 150 Megabits por segundo (Mbps), até 2023, um crescimento cerca de que três vezes maior que os 45 Mbps atuais.

Fonte: https://www.reddit.com/r/Cinema4D/comments/68jfdj/april_to_the_holodeck_c4dps/

O ponto em comum dessas tendências é o crescimento da demanda de largura de banda em redes fixas, por isso alguns definem esse fenômeno como “A Sociedade do Gigabit”, ou seja, o nível de serviço (largura de banda) antes exigido majoritariamente em meios corporativos está agora migrando para o meio residencial, onde estão a maioria dos usuários. Com o crescimento do consumo de dados, faz-se necessário melhorar também a infraestrutura que nos trazem esses dados. Por isso podemos observar (gráficos abaixo da @Omdia), por exemplo, a migração ao longo dos anos entre as tecnologias de acesso à banda larga tendendo para a fibra óptica.

Quais mudanças ainda estão por vir? E para os ISPs (Internet Service Providers)?

Impossível, sem o uso de uma “bola de cristal”, dizer qual seria o aplicativo ou a principal funcionalidade da Internet que se tornará o novo Netflix, ou o novo Facebook nos próximos anos. Mas uma coisa podemos afirmar categoricamente, a tendência é que o uso de dados continue aumentando, pois a sociedade tem sede de estar conectada, cada vez mais e de diversas formas, sempre exigindo melhor qualidade das redes, que são os verdadeiros “portais” e nos levam para esse universo virtual da internet.

Para dar “vazão” a todo esse fluxo de dados, investimentos relevantes vem ocorrendo na melhoria da internet de banda larga (tanto na ponta dos clientes que contratam a internet via fibra, como na ponta dos provedores que estão melhorando os serviços ofertados).

Os ISPs já estão projetando suas redes com fibra óptica levando em contas as novas tecnologias disponíveis no mercado, como equipamentos (OLT/ONT) que trabalham com protocolos XG-PON ou XG(S)-PON e atingem velocidades de 2,5 a 10 Gbps por porta do equipamento, melhorando dessa forma as redes atuais baseadas no protocolo GPON (que ficam em velocidades de 1,25 a 2,5 Gbps por porta).

Image© 2020 Optical Society of America

Fonte: Progress of ITU-T higher speed passive optical network (50G-PON) standardization – Dezhi Zhang, Dekun Liu, Xuming Wu, and Derek Nesset https://www.osapublishing.org/jocn/fulltext.cfm?uri=jocn-12-10-D99&id=432860

A grande vantagem é que para implementar essas novas tecnologias XG-PON e XG(S)-PON a infraestrutura de fibra óptica já construída (para rede GPON) será totalmente compatível. Como é possível observar na imagem, os comprimentos de onda (nm) por onde trafegam os dados são diferentes para os protocolos e, portanto, não se sobrepõem. Ou seja, a fibra óptica pode ser entendida como uma estrada contendo várias pistas e cada uma delas permitirá o tráfego em um único sentido (Up ou Down), de forma que não ocorram colisões.

Portanto, os ISPs estão relativamente tranquilos na questão de largura de banda suportada pela fibra óptica. Dessa forma, os esforços hoje encontram-se focados na melhoria da infraestrutura óptica, fazendo com que as redes sejam mais confiáveis quando estejam em operação, mas que também inovem com tecnologias de instalação e ativação dos clientes, possibilitando realizar de forma massiva as tão necessárias conexões ópticas que levam a internet do presente e do futuro aos usuários.  Uma das formas de inovar nessa questão da infraestrutura é a utilização de tecnologias preconectorizadas para construção otimizada de redes ópticas.

A Fibracem está totalmente focados em produzir um portfólio completo de produtos para construção de infraestrutura óptica, pois entendemos – e confirmamos com a pandemia desse ano – que cada vez mais é preciso pensar em itens que trazem soluções, que otimizam recursos, que facilitem o trabalho dos técnicos e tragam a satisfação no acesso à internet de hoje, e do futuro.

Plug and Play_FOTO

A “Onda” do Plug and Play

Por Rafael Kohiyama – Especialista Técnico Fibracem

Está cada vez mais presente no mercado de Telecomunicações a utilização desse termo para designar novas tecnologias de conexão óptica inovadoras e vantajosas

Nos últimos anos temos observado um crescimento vertiginoso na quantidade de assinantes que estão conectados à internet por meio da fibra óptica. Isso é um resultado claro do momento de transformação digital que vivemos, onde a força das redes sociais mudou a forma como as pessoas buscam e se conectam a todo tipo de conteúdo. Players de tecnologia como Amazon, YouTube, Netflix estão cada vez mais presentes no cotidiano da sociedade. Segundo uma estimativa da Cisco sobre o crescimento de dados globais no período de 2017-2022, a qual trata da segmentação dos serviços de internet mais utilizados, é possível observar que vídeo e gaming são os que apresentam maior tendência de crescimento em comparação com os outros tipos de serviço.

Portanto, a necessidade por uma conexão banda larga de qualidade não é mais um item supérfluo de lazer ou apenas entretenimento, tornou-se essencial para muitas atividades profissionais, de educação, comunicação e até mesmo de saúde. É um processo que já vinha ocorrendo. Prova disso é que antes mesmo da pandemia da Covid-19, em fevereiro deste ano, as conexões de fibra óptica no Brasil já representavam um total de 33% das conexões de banda larga, segundo a Anatel. Ou seja, eram aproximadamente 10,7 milhões de assinantes conectados através de fibra. Então veio a crise sanitária e tendências que apenas “engatinhavam”, como por exemplo home-office, EAD e consultas médicas online, rapidamente tornaram-se realidade nesse “novo normal” do isolamento social. Isso antecipou a mudança de comportamentos da sociedade e também o processo que já estávamos observando: um usuário (seja residencial ou corporativo) que precisa cada vez mais de uma boa largura de banda e uma baixa latência para atender suas necessidades de conectividade. 

De fevereiro para junho de 2020, ainda em plena pandemia e analisando os mesmo dados da Anatel, o percentual pulou para 38,6% das conexões brasileiras, ou seja, aproximadamente 13,1 milhões de assinantes. O aumento de 2,3 mi de assinantes em apenas 4 meses deixa visível um mercado em plena expansão com a busca na melhoria de conectividade através da fibra óptica. Esse movimento é possível graças às Operadoras, mas também em grande parte pelo trabalho dos ISPs (Intenet Service Providers) que têm levado a tecnologia da fibra óptica aos lugares mais remotos do nosso país de dimensões continentais.

Difícil imaginar o que seria de todos nós se não houvesse internet nos tempos atuais. E mais do que isso, a sociedade demanda internet rápida, segura e de qualidade. Ninguém deseja que sua compra online por e-commerce seja “desviada”, nem perder uma partida de game online por lags (atraso) na rede, ou que a chamada por vídeo trave a todo momento. Mais do que nunca a internet é a única forma de aproximar as pessoas. Entretanto, o que muitos não percebem é a infraestrutura que está por trás desses anseios da sociedade. As empresas que constroem essas redes (Operadoras e ISPs) estão cada vez mais procurando soluções que maximizem sua produtividade.

Tecnologia em que só o nome é difícil

Nos últimos anos está mais presente no mercado de Telecomunicações a utilização do termo plug and play para referir-se à tecnologia preconectorizada. Nesse contexto entram as tecnologias mais inovadoras para alcançar a massificação da internet de qualidade. Se a “1ª onda” em termos de construção de redes ópticas foi através da tecnologia Fusão, e a “2ª onda” através da Conectorização, parece natural que a “3ª onda” seja com a Preconectorização. O motivo de ocorrer tal migração é porque com essa tecnologia algumas etapas críticas da construção da rede (como limpeza e montagem de conectores ópticos) ficam concentradas no processo fabril e não na mão de obra que está em campo. 

A solução preconectorizada tem esse nome porque o cabo já vem conectorizado de fábrica e, as caixas onde ele será conectado são preparadas com conectores robustos, capazes de permanecer no tempo, ficando para o lado de fora das caixas e gerando muita rapidez na ativação massiva. Com isso o técnico de campo ganha produtividade, pois consegue fazer mais ativações em menos tempo. Não são necessárias tantas ferramentas e o processo de ativação de um cliente é facilitado por ser análogo à montagem de um bloco de encaixe (tipo Lego®). O técnico precisará apenas: 1) apoiar a escada no poste, 2) encaixar (plug and play) o cabo drop preconectorizado na caixa, 3) levar o cabo drop até o cliente e 4) montar o Conector de Campo no cabo drop de 1 fibra na casa do cliente. Enquanto a solução “Precon” exige apenas essas quatro etapas, as outras soluções (Fusionada e Conectorizada) demandam mais etapas e, consequentemente, mais tempo para serem realizadas.

Além do ganho em produtividade, o técnico não precisa ser um “expert” em fusão óptica e a empresa (Operadora / Provedor) não precisa disponibilizar uma máquina de fusão para cada equipe de ativação. A diminuição na quantidade de fusões de cada projeto, inclusive, diminui consideravelmente também a “terceirização” das fusões (e seu alto custo de serviço), já que a maioria das conexões entre caixas e até mesmo o drop de assinante são feitos pelo mecanismo plug and play. Mais vantagens? Sim, tem as reduções em termos de CAPEX e OPEX, já que redes preconectorizadas possibilitam um crescimento da rede conforme demanda (diminuindo os investimentos iniciais dos projetos), e uma redução de custos operacionais (fazendo com que o payback das redes seja mais rápido) na comparação com a quantidade de manutenção e retrabalho que por vezes as tecnologias fusionadas e conectorizadas exigem das empresas. 

Todos esses aspectos agregam valor na operação comercial das Operadoras e Provedores, já que trazem vantagens tanto operacionais quanto financeiras. Isso leva à conclusão de que a nova “onda” do plug and play de fato veio para melhorar a operação das redes ópticas, trazendo cada vez mais facilidade e agilidade nas atividades cotidianas de quem trabalha com infraestrutura de redes de comunicação. Seja no “antigo” ou no “novo normal”, essa é uma tecnologia que vai de encontro à crescente demanda por velocidade e qualidade quando o assunto é internet e todas as suas aplicações que, se já não vivíamos sem, agora são mais do que essenciais.

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Quais Métricas realmente importam para o seu provedor?

Hoje eu vou te falar sobre um dos fatores que leva grande parte dos projetos de marketing digital ao descontrole, e porque não dizer, muitas vezes ao fracasso, fazendo com que muitos provedores percam as esperanças de ter bons resultados com o marketing digital.


Quando o provedor inicia uma campanha no ambiente online, assume um novo desafio, muitas vezes nunca experimentado, mas a primeira coisa que vem à mente dos sócios normalmente é: o resultado final esperado.


Essa ansiedade nos leva muitas vezes a atropelar fases importantes de planejamento de conhecimento prévio do ambiente que estamos pisando. Quem nunca passou por isso não é mesmo? Seja em pequenos ou grandes projetos, esta fase de conhecimento é vital para se estabelecer metas e objetivos realistas de crescimento do projeto.

Sem métrica não há como avaliar o desempenho de uma campanha e determinar o seu sucesso.


O grande problema é que existem muitas métricas, aplicáveis em formatos e fases distintas de campanhas de marketing digital. Querer abraçar todas pode arruinar o seu projeto.


Em uma campanha você poderia avaliar: taxa de conversão, custo por lead, ticket médio, ticket médio por sexo, custo por clique, engajamento e por aí vai.


Então, qual métrica realmente importa para sua ação de marketing digital?

Costumamos orientar os provedores que atendemos que é melhor haver o foco em poucas métricas, que sejam bem monitoradas. Então, para responder à pergunta anterior, você primeiro precisa identificar qual detalhe é mais crítico no momento, o que mais te preocupa na campanha no exato momento. É o número de leads que chega? É o longo tempo de fechamento? É a taxa de conversão que está baixa? É o tempo de retorno do atendimento comercial?


Respondendo a esta pergunta, você poderá focar em métricas que realmente importam para a sua campanha de marketing no momento, aprimorar os resultados, e só depois avançar para as próximas medições.


Existe um conceito representado pela sigla “OMTM – One Metric That Matters” que se traduzido para o português significa: “Uma métrica que realmente importa”. E é disso que estou falando.


Agora em termos práticos, como você pode identificar se a sua métrica é boa o suficiente para monitorar o problema encontrado, já que você identificou a área de maior risco?


Sem dúvida você tem objetivos a partir daí não é mesmo? Seja aumentar o tráfego ao seu site, atrair novos leads, reduzir o número de reclamações, enfim, em cada fase do teu negócio a sua métrica irá mudar. O que precisa ficar claro, é que uma boa métrica não precisa ser aquela que toma a tela do seu computador com gráficos e números em excesso.


Ela precisa ser clara, direta, gerar comparações entre períodos e principalmente possibilitar uma mudança imediata se a métrica gerar números e percentuais insatisfatórios para o seu provedor.


Bom pessoal, as possibilidades são enormes, eu tenho certeza que sua agência digital terá habilidade suficiente para te orientar quanto as métricas, mas procure focar no que mais importa em cada fase da sua campanha de marketing, e não se esqueça de manter a sua equipe sempre atualizada quanto ás métricas.


Por hoje é só. Até o próximo artigo.

Por: Daiamon Bendo Paiva

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Edição de 2020 da EXPOISP Brasil é cancelada devido à pandemia do COVID-19

Devido as restrições para a realização de eventos presenciais, a produção remarcou o evento nacional de Olinda para maio de 2021

A pandemia do novo Coronavírus preocupa diversas empresas que promovem, anualmente, eventos presenciais em todo o mundo. As restrições impostas para evitar aglomerações e, consequentemente, a proliferação do contágio da doença resultaram no cancelamento e adiamento de vários encontros.

Diante disso, a EXPOISP Brasil, o evento que leva o mercado ISP para Provedores de Internet de todo o Brasil, amparado pela situação atual da pandemia, decidiu rever a data da realização do evento nacional de Olinda.

A feira será postergada para 2021 e a nova data será 05, 06 e 07 de maio. O local do evento será o mesmo, o Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. A produção afirma que foi uma decisão difícil, porém necessária para garantir o bem-estar e a saúde dos participantes.

No entanto, a Start Produções e Eventos, empresa produtora da EXPOISP Brasil, destacou que irá promover uma edição virtual do seu encontro de Provedores de Internet. A EXPOISP Virtual será de 11 a 13 de novembro de 2020. Serão 3 dias de evento totalmente online e gratuito com muito networking, tecnologia, conhecimento, inovação e conteúdos.

“Foram meses de planejamento para o evento acontecer em 2020, mas tivemos que tomar essa decisão difícil e adiá-lo para 2021. Logo logo chega o mês de maio e poderemos realizar o encontro de provedores de internet presencialmente. Enquanto isso, estamos reservando uma programação especial para a EXPOISP Virtual. Nos dias 11, 12 e 13 de novembro iremos promover a melhor experiência do mercado ISP para os profissionais de telecomunicações, 100% online. Será um evento feito para você, daquele jeitinho que só a EXPOISP Brasil sabe fazer.” – afirma o departamento de Marketing da EXPOISP Brasil.

Para quem deseja participar dos eventos é só ficar ligado nas redes sociais, @expoispbrasil, e no site, www.expoispbrasil.com.br. Em breve será possível encontrar todas as informações sobre inscrições, programação e novidades do evento virtual. Já para o evento de 2021, as inscrições continuam abertas.

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Experiência 5G começa a ser testada no Brasil, mas serviço ainda é limitado

Nesta primeira fase, usuário terá mais velocidade, mas experiência completa vem só depois de leilão da Anatel, previsto para 2021.

Em um mundo cada vez mais conectado, a expectativa para o 5G só aumenta. A internet móvel de quinta geração promete trazer velocidades ainda maiores e ‘conversa’ entre máquinas. Incrível né? Imagine então fazer parte da primeira parte da experiência do 5G no Brasil.

Três operadoras do país irão ativar o sinal de internet móvel de quinta geração até setembro. Mas já no mês de julho duas delas prometem lançar o serviço.

O acesso ainda será limitado já que o Brasil tem apenas um aparelho de celular que suporta o 5G, o Motorola Edge. O sinal será ativado apenas em alguns bairros de oito capitais do país. As operadoras explicam que a nova tecnologia ainda não conta com todo o potencial prometido pelo 5G. Esta é apenas uma fase inicial, na qual as operadoras ativam o novo sinal a partir de um recurso que permite compartilhar frequências utilizadas pela rede 4G através do recurso conhecido como DSS (Dynamic Spectrum Sharing, ou Compartilhamento Dinâmico de Espectro).

A expectativa é que o usuário tenha uma conexão mais veloz que o 4G, que deve ser intensificada após o leilão de frequências da Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, previsto para 2021.

No Brasil, o 5G será ativado pelas operadoras Claro, Vivo e TIM. A Claro já ativou seu sinal que será disponibilizado gradualmente até o final de setembro, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Na capital Paulista vai ser possível ter acesso a tecnologia usuários da Avenida Paulista e região dos jardins. O sinal também vai se estender pelos bairros de Campo Belo, Vila Madalena, Pinheiros, Itaim, Moema, Brooklin, Vila Olímpia, Cerqueira César, Paraíso, Ibirapuera e região da Avenida Berrini e de Santo Amaro.

Já no Rio de Janeiro, o 5G está disponível em Ipanema, Leblon e Lagoa. O sinal também vai se estender por toda a orla, do Leme até a Barra da Tijuca, passando pelo Jardim Oceânico, São Conrado e Copacabana.

A Vivo irá ativar seu sinal no dia 24 de julho nas seguintes localidades: São Paulo: regiões da Avenida Paulista, Vila Olímpia e Berrini; Brasília: Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios e shoppings; Belo Horizonte: regiões de Savassi e Afonso Pena; Salvador: Pituba e Itaigara; Rio de Janeiro: Copacabana, Ipanema e Leblon; Goiânia: região central da cidade; Curitiba: Centro Cívico, Alto da Glória, Batel e Água Verde; Porto Alegre: Moinhos de Vento, Avenida Carlos Gomes e Shopping Iguatemi.

Já o sinal da operadora TIM será ativado a partir de setembro, nas cidades de Bento Gonçalves – RS, Itajubá – MG e Três Lagoas – MS.

Fonte: Globo.com

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WhatsApp apresenta novas facilidades para Provedores de Internet

Como utilizar o WhatsApp no atendimento da sua empresa e conectar seu negócio?

Desde 2009 o WhatsApp vem sendo a principal ferramenta de mensagens em todo mundo. O aplicativo é extremamente popular e mensalmente são 1,5 bilhão de usuários ativos segundo números da própria companhia.

Negócios em todo o mundo aderiram ao WhatsApp para facilitar o atendimento com seus clientes já que hoje é o principal meio de comunicação da maioria da população. O WhatsApp Business, por exemplo, é o mais utilizado por empresas. A solução lançada no início de 2018 é destinado para facilitar a gestão e o atendimento. Com essa versão destinada a micro e pequenas corporações é possível criar um perfil de negócio com informações para que o cliente possa acessar de maneira fácil, como nome, descrição, endereço e, site. O WhatsApp Business também permite recursos de mensagens rápidas, de saudação e de ausência que facilitam bastante a interação. O aplicativo também oferece métricas simples e permite a organização de contatos e conversas por etiquetas.

A versão Business do WhatsApp foi bem aceita por Provedores de internet de todo o Brasil. Ele permite uma comunicação simples, rápida e direta com o consumidor. A ferramenta permite que o profissional de ISP resolva inúmeras questões com seus clientes como solicitação do auto desbloqueio da linha, abrir um atendimento no suporte técnico para comunicar sobre a falta de internet na região, tirar dúvidas sobre os planos de adesão e buscar informações financeiras.

Algumas empresas do setor costumam até personalizar o seu atendimento pela ferramenta. No próprio site da empresa clicando no ícone do WhatsApp o consumidor pode realizar facilmente seu atendimento. Hoje empresas oferecem serviços próprios para provedores que incluem Chabot: mensagens de texto e fluxos automatizados enviados de maneira automatizada via WhatsApp e possibilidade de incluir a qualquer momento do fluxo um transbordo de atendimento para um chat humano, entre outras possibilidades.

E para facilitar ainda mais o negócio de Provedores de Internet e empreendedores de todo o mundo, o WhatsApp anunciou o lançamento de novas formas de conexão. Agora é possível criar códigos QR para que pessoas tenham acesso a uma conversa com um negócio. Além disso, é possível compartilhar um link para o catálogo de produtos do aplicativo de mensagens.

O código QR funciona como a porta de entrada digital de uma empresa facilitando o primeiro contato de um cliente. Antigamente, era preciso salvar manualmente o número de telefone de interesse na agenda de contatos. O novo recurso do WhatsApp permite que a pessoa escaneie o código QR do seu provedor para iniciar uma conversa. Isso permite o envio rápido de promoções, novidades, pacotes e planos de internet tornando a conversa mais dinâmica.

Já o catálogo permite que os provedores exibam e compartilhem seus serviços de telecomunicações, o que pode ajuda-los a fechar vendas. Desde o seu lançamento, o recurso tornou-se uma das maneiras mais populares de interação entre clientes e empresas.

Estes recursos já estão disponíveis para empresas do mundo todo que usam o aplicativo WhatsApp Business.

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MVNO pode ser um importante aliado para Provedores de Internet

A inserção de ISPs no mercado de Operadoras Móveis pode abrir um leque de opções para o crescimento destes profissionais

Você já ouviu falar de MVNO (Mobile Virtual Network Operator), que quando traduzido é conhecido como Operadora Móvel Virtual? Trata-se de uma operadora de serviços de telefonia móvel que não possui frequência e, por isso, não tem uma rede própria para disponibilizar o serviço de telefonia móvel. Para isso, este provedor precisa utilizar a cobertura de outras empresas de telecomunicações por meio de um acordo mútuo entre as duas partes. Resumindo, são instituições que fazem parcerias com as operadoras tradicionais para usarem sua infraestrutura de rede e afins para criar novas utilizações para essa mobilidade.

O mercado de telecomunicações está em constante evolução. Provedores de internet surgem diariamente e vem ganhando espaço entre as grandes empresas do ramo. A Operadora Móvel Virtual é um negócio que pode dar muito certo, caso seja feito de maneira adequada. Esse novo modelo pode maximizar vantagens aos clientes, gerando novas fontes de receita, além de competitividade no mercado de serviços de telecomunicações.

Algumas empresas de telecomunicações e provedores de internet como a Use Telecom, Brisanet e Mob Telecom já aderiram ao MVNO. Essa iniciativa permitirá que mais pessoas tenham acesso à telefonia móvel por meio de seus provedores. Assim, clientes podem ter um leque completo de serviços, por um preço competitivo vindo de fornecedores que já conhecem e confiam.

“Conforme dados da consultoria Teleco, os provedores regionais (ISPs) respondem por 28% das conexões de Internet de banda larga no país, atrás apenas da operadora líder que tem 30%. Na banda larga móvel, todavia, as MVNOs (operadoras móveis virtuais) ficam em 0,01% do total. Em contrapartida, no segmento M2M (conexão entre máquinas), a participação das MVNOs chega a 5%.” – Fonte: site Telesíntese.

Dados da Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel confirmam que 78,2% dos municípios no país possuem cerca de cinco ISPs ativos, criando um mercado competitivo de serviços convergentes (Internet, TV, voz). Já os serviços móveis apresentam pouca oportunidade para uma oferta restrita à conectividade.

No entanto, o Plano Nacional de IoT prevê movimentação média de R$400 bilhões até 2025 para recursos relacionados a interconexão de máquinas e dispositivos. Diante disso, a parceria do novo negócio MVNO com provedores de internet é bastante inovador para o mercado, mas tudo indica que seja uma grande oportunidade para empresas, que têm acesso mais ágil às inovações com fornecedores, conhecem as demandas junto com seus clientes.

Fonte: telesintese.com.br e teleco.com.br

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Busca por Provedores de Internet regionais aumenta durante a quarentena

O crescimento do setor faz com que profissionais busquem novas alternativas de serviços para se destacar no mercado

Os provedores regionais representam 73% do total de novos acessos à banda larga no País e indicam uma tendência para 2020: cada vez mais pessoas desistem do serviço das grandes operadoras e optam pelos pequenos e médios provedores, seja pelo preço ou pela disponibilidade do serviço em áreas rurais ou afastadas da região central. Os dados da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações mostram um salto de 2,45 milhões para 9,88 milhões de conexões, entre 2009 e 2019, passando a superar os gigantes do setor em número de assinantes de banda larga, porém, apenas durante os meses de fevereiro e março, as buscas na internet por provedores regionais cresceram 42,8%, de acordo com levantamento feito pelo site Melhor Plano.

Pela pesquisa também é possível analisar que houve um aumento de 36% nas buscas por serviços de TV por Assinatura em canais de atendimento de Provedores Regionais. Com isso, é possível concluir que esse é um campo que pode ser explorado pelos ISPs. Oferecer integração de TV aos clientes é uma maneira de entregar não apenas mais um serviço, mas também de fidelizar o público para que não precise migrar para uma empresa que ofereça essa junção.

A mesma pesquisa também aponta o crescimento da audiência individual de canais de TV por assinatura durante a Pandemia. O consumo de canais de entretenimento, por exemplo, avançou 36% com atrações como reality-shows e programas infantis. Durante o isolamento social também houve um aumento no consumo de internet. Como já citamos em outros artigos neste blog, Com mais pessoas em casa, a internet se tornou a principal ferramenta para trabalhar, estudar, se comunicar, e até fazer compras on-line. Nesse cenário, os pequenos e médios provedores vêm demonstrando seu valor social ao garantir a conexão em zonas urbanas e áreas de vulnerabilidade nas quais as grandes operadoras não chegam.

Hoje o principal desafio do Provedor de Internet é fidelizar seus clientes. O mercado ISP vem crescendo diariamente, com isso, aumenta o número de empresas que oferecem esse tipo de serviço. Diante disso, cabe a esses profissionais encontrarem oportunidades para fidelizar sus clientes com soluções de qualidade a preços mais competitivos.

O mercado de Telecom nas últimas décadas vem sendo transformado e promovendo mudanças estruturais na sociedade e nas corporações a partir dos impactos que a alta conectividade impôs aos negócios, pessoas e equipamentos abrindo um leque de oportunidades para o mercado de provedores de internet, principalmente os pequenos que atualmente já lideram o mercado em mais de 1.200 municípios, sendo responsáveis por 12% do total de conexões do país, de acordo com estimativas recentes da Anatel. Diante disso, muitos Provedores já estão oferecendo planos de TV por assinatura. A novidade pode alavancar os negócios dos ISPs brasileiros, levando não apenas a audiência dos canais, mas atrelando a força das marcas ao nome dos provedores regionais.

Estima-se uma média de adesão de 15%, chegando a 30% em alguns casos, de planos de TV vendidos juntamente com a banda larga. O objetivo de empresas que oferecem esse tipo de serviço para os provedores, como a MulTV, é que até o fim do primeiro semestre de 2020 cerca de 40 provedores regionais de internet passem a oferecer o serviço de televisão por assinatura.

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Com maior uso da internet durante pandemia, número de reclamações aumenta

Pandemia da Covid-19 expõe fragilidade da conexão de internet no Brasil

Segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, o uso da internet no Brasil cresceu durante a quarentena. O aumento foi entre 40% e 50% e a alta foi ainda maior para servidores internacionais.

Mas com o aumento do consumo também houve aumento de reclamações. As instabilidades aumentaram e a Anatel registrou um número maior de reclamações de usuários a partir da segunda quinzena de março. Alta semelhante foi sentida no portal Reclame Aqui, que agrega queixas de usuários na internet.

Com a pandemia do novo Coronavírus, a instabilidade e queda de internet no país, diversas pessoas enfrentam dificuldades para trabalhar e estudar de casa. Os especialistas afirmam que a rede no país é sólida, mas problemas podem ser encontrados para acessar alguns serviços que estão com alta demanda.

Em março, a Anatel registrou 67 mil reclamações relativas à banda larga, com concentração a partir da segunda quinzena. Em abril, o volume passou de 74 mil e em maio o número foi semelhante, com mais de 73 mil queixas. No ano passado, houve 50 mil reclamações em março, 48 mil em abril e 47 mil em maio.

O site Reclame Aqui, que agrega queixas dos usuários, também viu o número de publicações contendo o termo “internet” crescer: de 12 mil em março para mais de 14 mil em abril.

Dados do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC) mostram a influência da pandemia na qualidade da internet no Brasil. Após o primeiro caso da doença, em março, as solicitações aos servidores ficaram mais demoradas.

Mas o que o Provedor pode fazer para minimizar os impactos da sobrecarga e evitar reclamações sobre a qualidade da internet durante a quarentena?

1. Converse com seus clientes:

Não espere que os seus assinantes procurem o seu provedor pedindo cancelamento. Antes que isso aconteça, entre em contato e ofereça um bom negócio para eles, seja por meio de uma entrega a mais ou um bônus depois que passar a quarentena. Isso não significa que você precisa agir como grandes provedores. Analise a realidade da sua empresa e verifique o que você pode oferecer para que nem o cliente nem você se sintam prejudicados.

2. Aposte na inovação do seu negócio:

Essa é a hora de você mostrar ao seu cliente que ele fez a escolha certa optando pela sua empresa. Você pode fazer uma parceria com algum negócio da sua região e oferecer um voucher para os clientes. Sem dúvidas, seu provedor será lembrado pelos clientes por muito tempo devido a essa ação inesperada, contribuindo para a força da sua marca. Também aposte em oferecer um bônus nesse momento de crise. Negocie um crédito para o futuro. Por exemplo, garanta para esse cliente um pacote mais atraente do que aquele ele assina pelo mesmo valor no mês seguinte.

3. Responda de maneira ágil:

O planejamento de redes não estava preparado para esse isolamento. Por isso, faça sempre a manutenção da sua rede e mantenha seus clientes informados sobre eventuais instabilidades. Aposte na diminuição da qualidade de vídeos em conteúdos de streaming, a fim de tornar os serviços mais leves. Além disso, procure expandir a capacidade de suas redes para absorver a demanda.

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Inovação de ISPs durante a Pandemia

Já no primeiro semestre de 2020, o mundo vive uma crise relacionada à saúde que assola o mundo, criada pelo novo Coronavírus, causador da COVID-19.

A pandemia, a quarentena e outras medidas de isolamento social têm obrigado a maioria das empresas ao redor do mundo a se adaptarem às novas dinâmicas.

É o caso da A T-Moblile, que anunciou o lançamento do ‘Connecting Heroes’ (Conectando Heróis) nos EUA. Trata-se de um compromisso de 10 anos em fornecer serviço gratuito e acesso 5G às agências de atendimento. Isso inclui todos os departamentos públicos e sem fins lucrativos, estaduais e locais sem fins lucrativos, policiais e EMS.

Nos próximos meses, muitas cidades dos EUA preveem déficits de receita – e isso significa que funcionários municipais essenciais enfrentarão demissões, licenças, cortes de salários e congelamentos de contratações. Agências estaduais e municipais de resposta rápida enfrentam orçamentos apertados, ano após ano. Portanto, eles são forçados a fazer trocas impossíveis entre fornecer equipamentos essenciais para salvar vidas ou os serviços de comunicação necessários para realizar seu trabalho. O programa Connecting Heroes economizará dessas agências até US $ 7 bilhões – fundos que podem ser direcionados a pagamento extra, ferramentas para salvar vidas e melhor suporte para os socorristas.

A iniciativa da T-Mobile foi lançada em novembro de 2019. Mas a história que ressoará com os consumidores será focada em como a empresa de telecomunicações entrou em cena para apoiar as pessoas importantes, quando suas necessidades eram mais urgentes.

E você, Provedor. O que está fazendo para apoiar alguns dos trabalhadores mais valiosos da sociedade durante esse momento?