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A internet que vamos usar no futuro próximo

O ponto em comum das tendências é o crescimento da demanda de largura de banda em redes fixas, o que exige melhorar a infraestrutura óptica

Por Rafael Kohiyama – Área Técnica Fibracem

Pode ser que a leitura desse artigo tome alguns minutos do seu dia, mas certamente nesse mesmo tempo de leitura, se observarmos o que acontece no universo virtual da internet, vamos nos impressionar com a quantidade enorme de downloads, mensagens, logins, tweets, compras online, visualizações de vídeos, games, entre outras aplicações que ocorrem simultaneamente em 60 segundos de Internet, conforme podemos observar no infográfico abaixo.

 Fonte: https://www.allaccess.com/merge/archive/31294/infographic-what-happens-in-an-internet-minute

Isso é um retrato da sociedade em que vivemos e não uma novidade relacionada ao surgimento do novo coronavírus, o qual seguramente alavancou certos comportamentos devido ao confinamento. As pessoas se viram obrigadas, de uma forma ou de outra, a recorrer às opções online de atividades que antes estavam acostumadas a fazer presencialmente. Exemplos disso são o crescimento do home-office, do EAD (Ensino à Distância) e até mesmo da telemedicina. Após sete meses desde o decreto da pandemia, muitos especialistas já vislumbram como será o cenário Pós Pandemia: home-office definitivo ou de jornada híbrida, educação remota, aumento de acessórios de smart homes (monitoramento, entretenimento, etc.).

Além disso, novas tecnologias emergentes como VR / AR (Realidade Virtual / Realidade Aumentada), games ou simulações (treinamentos) em holodecking (https://www.youtube.com/watch?v=lWp_k5bvNmw), transmissões em 8K são aplicações que exigirão velocidades mínimas na ordem de Gbps. Sendo assim, não é à toa que o plano estratégico da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), responsável por regularizar a internet no Brasil, anunciou seu objetivo de aumentar a velocidade média da banda larga fixa contratada pela população para 150 Megabits por segundo (Mbps), até 2023, um crescimento cerca de que três vezes maior que os 45 Mbps atuais.

Fonte: https://www.reddit.com/r/Cinema4D/comments/68jfdj/april_to_the_holodeck_c4dps/

O ponto em comum dessas tendências é o crescimento da demanda de largura de banda em redes fixas, por isso alguns definem esse fenômeno como “A Sociedade do Gigabit”, ou seja, o nível de serviço (largura de banda) antes exigido majoritariamente em meios corporativos está agora migrando para o meio residencial, onde estão a maioria dos usuários. Com o crescimento do consumo de dados, faz-se necessário melhorar também a infraestrutura que nos trazem esses dados. Por isso podemos observar (gráficos abaixo da @Omdia), por exemplo, a migração ao longo dos anos entre as tecnologias de acesso à banda larga tendendo para a fibra óptica.

Quais mudanças ainda estão por vir? E para os ISPs (Internet Service Providers)?

Impossível, sem o uso de uma “bola de cristal”, dizer qual seria o aplicativo ou a principal funcionalidade da Internet que se tornará o novo Netflix, ou o novo Facebook nos próximos anos. Mas uma coisa podemos afirmar categoricamente, a tendência é que o uso de dados continue aumentando, pois a sociedade tem sede de estar conectada, cada vez mais e de diversas formas, sempre exigindo melhor qualidade das redes, que são os verdadeiros “portais” e nos levam para esse universo virtual da internet.

Para dar “vazão” a todo esse fluxo de dados, investimentos relevantes vem ocorrendo na melhoria da internet de banda larga (tanto na ponta dos clientes que contratam a internet via fibra, como na ponta dos provedores que estão melhorando os serviços ofertados).

Os ISPs já estão projetando suas redes com fibra óptica levando em contas as novas tecnologias disponíveis no mercado, como equipamentos (OLT/ONT) que trabalham com protocolos XG-PON ou XG(S)-PON e atingem velocidades de 2,5 a 10 Gbps por porta do equipamento, melhorando dessa forma as redes atuais baseadas no protocolo GPON (que ficam em velocidades de 1,25 a 2,5 Gbps por porta).

Image© 2020 Optical Society of America

Fonte: Progress of ITU-T higher speed passive optical network (50G-PON) standardization – Dezhi Zhang, Dekun Liu, Xuming Wu, and Derek Nesset https://www.osapublishing.org/jocn/fulltext.cfm?uri=jocn-12-10-D99&id=432860

A grande vantagem é que para implementar essas novas tecnologias XG-PON e XG(S)-PON a infraestrutura de fibra óptica já construída (para rede GPON) será totalmente compatível. Como é possível observar na imagem, os comprimentos de onda (nm) por onde trafegam os dados são diferentes para os protocolos e, portanto, não se sobrepõem. Ou seja, a fibra óptica pode ser entendida como uma estrada contendo várias pistas e cada uma delas permitirá o tráfego em um único sentido (Up ou Down), de forma que não ocorram colisões.

Portanto, os ISPs estão relativamente tranquilos na questão de largura de banda suportada pela fibra óptica. Dessa forma, os esforços hoje encontram-se focados na melhoria da infraestrutura óptica, fazendo com que as redes sejam mais confiáveis quando estejam em operação, mas que também inovem com tecnologias de instalação e ativação dos clientes, possibilitando realizar de forma massiva as tão necessárias conexões ópticas que levam a internet do presente e do futuro aos usuários.  Uma das formas de inovar nessa questão da infraestrutura é a utilização de tecnologias preconectorizadas para construção otimizada de redes ópticas.

A Fibracem está totalmente focados em produzir um portfólio completo de produtos para construção de infraestrutura óptica, pois entendemos – e confirmamos com a pandemia desse ano – que cada vez mais é preciso pensar em itens que trazem soluções, que otimizam recursos, que facilitem o trabalho dos técnicos e tragam a satisfação no acesso à internet de hoje, e do futuro.

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Retomada dos eventos presenciais da EXPOISP acontece em novembro

O evento regional para Provedores de Internet irá promover seu encontro em Manaus seguindo todos os protocolos de segurança

Para a EXPOISP Brasil, o mês de novembro traz grandes expectativas. Depois de mais de 8 meses sem realizar suas atividades presenciais, a produtora divulgou quatro cidades onde serão realizadas a EXPOISP Expedição.

“Depois de muitos pedidos dos provedores e da sinalização positiva do Governos de alguns estados do Brasil, iremos retomar a agenda de eventos presenciais da EXPOISP Expedição a partir de novembro de 2020.” – afirma o setor de Marketing da produtora do encontro – Start Produções e Eventos.

A primeira atividade da EXPOISP Expedição nessa retomada será no dia 04 de novembro, em Manaus – AM. A programação do evento será definida respeitando a lotação máxima do local e o distanciamento mínimo. Além disso, a EXPOISP Brasil visando a saúde a segurança de todos os envolvidos, irá adotar todas as medidas de segurança durante a realização de suas atividades presenciais.

Com programação de workshops sobre os principais temas para prestadores de serviço que já atuam no setor ou que desejam investir nesse mercado, o encontro entre provedores e os principais especialistas do setor pretende debater desde dúvidas sobre orçamento até a questões técnicas. A proposta do evento é ampliar a visão dos participantes sobre o mercado e apontar as oportunidades do setor para gerar novos negócios.

Atualmente, esse setor composto de empreendedores regionais representa 73% do total de novos acessos à banda larga no País. Por isso, a iniciativa da EXPOISP Expedição levará especialistas e os principais fornecedores de tecnologia para telecomunicações diretamente ao encontro destes profissionais gratuitamente.

O evento presencial da EXPOISP Expedição contará nessa retomada com a presença de expositores e terá sua área de palestras projetada para respeitar os protocolos de segurança.

Todo cuidado para receber os visitantes presenciais.

Para segurança, em prol da saúde de cada visitante, a estrutura do evento vai oferecer medidas necessárias, tais como:

• o credenciamento será feito pela internet;

• medição de temperatura logo na entrada;

• corredores mais amplos para melhor deslocamento;

• sinalizações com distanciamento mínimo entre participantes;

• o local contará com totens de álcool em geral por toda a parte;

• e obrigatoriedade do uso de máscara durante o evento.

As reformulações visam evitar o máximo de contato entre pessoas e a melhor experiência durante o evento.

A primeira parada da EXPOISP Expedição será em Manaus – AM, no dia 04 de novembro. O evento será realizado no NOVOTEL – AV. Mandi, 04. Em seguida, o evento de provedores regionais irá desembarcar em Fortaleza no dia 18 de novembro, Salvador, 03 de dezembro e Belo Horizonte no dia 17 de dezembro.

As vagas para o público participante são limitadas e as inscrições podem ser realizadas gratuitamente no site: www.expedicao.expoispbrasil.com.br/

Próximo evento: EXPOISP Expedição Manaus
04/11/2020 – das 9h00 às 18h00
NOVOTEL
Av. Mandi, 04,
Distrito Industrial I, Manaus – Amazonas

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A “Onda” do Plug and Play

Por Rafael Kohiyama – Especialista Técnico Fibracem

Está cada vez mais presente no mercado de Telecomunicações a utilização desse termo para designar novas tecnologias de conexão óptica inovadoras e vantajosas

Nos últimos anos temos observado um crescimento vertiginoso na quantidade de assinantes que estão conectados à internet por meio da fibra óptica. Isso é um resultado claro do momento de transformação digital que vivemos, onde a força das redes sociais mudou a forma como as pessoas buscam e se conectam a todo tipo de conteúdo. Players de tecnologia como Amazon, YouTube, Netflix estão cada vez mais presentes no cotidiano da sociedade. Segundo uma estimativa da Cisco sobre o crescimento de dados globais no período de 2017-2022, a qual trata da segmentação dos serviços de internet mais utilizados, é possível observar que vídeo e gaming são os que apresentam maior tendência de crescimento em comparação com os outros tipos de serviço.

Portanto, a necessidade por uma conexão banda larga de qualidade não é mais um item supérfluo de lazer ou apenas entretenimento, tornou-se essencial para muitas atividades profissionais, de educação, comunicação e até mesmo de saúde. É um processo que já vinha ocorrendo. Prova disso é que antes mesmo da pandemia da Covid-19, em fevereiro deste ano, as conexões de fibra óptica no Brasil já representavam um total de 33% das conexões de banda larga, segundo a Anatel. Ou seja, eram aproximadamente 10,7 milhões de assinantes conectados através de fibra. Então veio a crise sanitária e tendências que apenas “engatinhavam”, como por exemplo home-office, EAD e consultas médicas online, rapidamente tornaram-se realidade nesse “novo normal” do isolamento social. Isso antecipou a mudança de comportamentos da sociedade e também o processo que já estávamos observando: um usuário (seja residencial ou corporativo) que precisa cada vez mais de uma boa largura de banda e uma baixa latência para atender suas necessidades de conectividade. 

De fevereiro para junho de 2020, ainda em plena pandemia e analisando os mesmo dados da Anatel, o percentual pulou para 38,6% das conexões brasileiras, ou seja, aproximadamente 13,1 milhões de assinantes. O aumento de 2,3 mi de assinantes em apenas 4 meses deixa visível um mercado em plena expansão com a busca na melhoria de conectividade através da fibra óptica. Esse movimento é possível graças às Operadoras, mas também em grande parte pelo trabalho dos ISPs (Intenet Service Providers) que têm levado a tecnologia da fibra óptica aos lugares mais remotos do nosso país de dimensões continentais.

Difícil imaginar o que seria de todos nós se não houvesse internet nos tempos atuais. E mais do que isso, a sociedade demanda internet rápida, segura e de qualidade. Ninguém deseja que sua compra online por e-commerce seja “desviada”, nem perder uma partida de game online por lags (atraso) na rede, ou que a chamada por vídeo trave a todo momento. Mais do que nunca a internet é a única forma de aproximar as pessoas. Entretanto, o que muitos não percebem é a infraestrutura que está por trás desses anseios da sociedade. As empresas que constroem essas redes (Operadoras e ISPs) estão cada vez mais procurando soluções que maximizem sua produtividade.

Tecnologia em que só o nome é difícil

Nos últimos anos está mais presente no mercado de Telecomunicações a utilização do termo plug and play para referir-se à tecnologia preconectorizada. Nesse contexto entram as tecnologias mais inovadoras para alcançar a massificação da internet de qualidade. Se a “1ª onda” em termos de construção de redes ópticas foi através da tecnologia Fusão, e a “2ª onda” através da Conectorização, parece natural que a “3ª onda” seja com a Preconectorização. O motivo de ocorrer tal migração é porque com essa tecnologia algumas etapas críticas da construção da rede (como limpeza e montagem de conectores ópticos) ficam concentradas no processo fabril e não na mão de obra que está em campo. 

A solução preconectorizada tem esse nome porque o cabo já vem conectorizado de fábrica e, as caixas onde ele será conectado são preparadas com conectores robustos, capazes de permanecer no tempo, ficando para o lado de fora das caixas e gerando muita rapidez na ativação massiva. Com isso o técnico de campo ganha produtividade, pois consegue fazer mais ativações em menos tempo. Não são necessárias tantas ferramentas e o processo de ativação de um cliente é facilitado por ser análogo à montagem de um bloco de encaixe (tipo Lego®). O técnico precisará apenas: 1) apoiar a escada no poste, 2) encaixar (plug and play) o cabo drop preconectorizado na caixa, 3) levar o cabo drop até o cliente e 4) montar o Conector de Campo no cabo drop de 1 fibra na casa do cliente. Enquanto a solução “Precon” exige apenas essas quatro etapas, as outras soluções (Fusionada e Conectorizada) demandam mais etapas e, consequentemente, mais tempo para serem realizadas.

Além do ganho em produtividade, o técnico não precisa ser um “expert” em fusão óptica e a empresa (Operadora / Provedor) não precisa disponibilizar uma máquina de fusão para cada equipe de ativação. A diminuição na quantidade de fusões de cada projeto, inclusive, diminui consideravelmente também a “terceirização” das fusões (e seu alto custo de serviço), já que a maioria das conexões entre caixas e até mesmo o drop de assinante são feitos pelo mecanismo plug and play. Mais vantagens? Sim, tem as reduções em termos de CAPEX e OPEX, já que redes preconectorizadas possibilitam um crescimento da rede conforme demanda (diminuindo os investimentos iniciais dos projetos), e uma redução de custos operacionais (fazendo com que o payback das redes seja mais rápido) na comparação com a quantidade de manutenção e retrabalho que por vezes as tecnologias fusionadas e conectorizadas exigem das empresas. 

Todos esses aspectos agregam valor na operação comercial das Operadoras e Provedores, já que trazem vantagens tanto operacionais quanto financeiras. Isso leva à conclusão de que a nova “onda” do plug and play de fato veio para melhorar a operação das redes ópticas, trazendo cada vez mais facilidade e agilidade nas atividades cotidianas de quem trabalha com infraestrutura de redes de comunicação. Seja no “antigo” ou no “novo normal”, essa é uma tecnologia que vai de encontro à crescente demanda por velocidade e qualidade quando o assunto é internet e todas as suas aplicações que, se já não vivíamos sem, agora são mais do que essenciais.

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Quais Métricas realmente importam para o seu provedor?

Hoje eu vou te falar sobre um dos fatores que leva grande parte dos projetos de marketing digital ao descontrole, e porque não dizer, muitas vezes ao fracasso, fazendo com que muitos provedores percam as esperanças de ter bons resultados com o marketing digital.


Quando o provedor inicia uma campanha no ambiente online, assume um novo desafio, muitas vezes nunca experimentado, mas a primeira coisa que vem à mente dos sócios normalmente é: o resultado final esperado.


Essa ansiedade nos leva muitas vezes a atropelar fases importantes de planejamento de conhecimento prévio do ambiente que estamos pisando. Quem nunca passou por isso não é mesmo? Seja em pequenos ou grandes projetos, esta fase de conhecimento é vital para se estabelecer metas e objetivos realistas de crescimento do projeto.

Sem métrica não há como avaliar o desempenho de uma campanha e determinar o seu sucesso.


O grande problema é que existem muitas métricas, aplicáveis em formatos e fases distintas de campanhas de marketing digital. Querer abraçar todas pode arruinar o seu projeto.


Em uma campanha você poderia avaliar: taxa de conversão, custo por lead, ticket médio, ticket médio por sexo, custo por clique, engajamento e por aí vai.


Então, qual métrica realmente importa para sua ação de marketing digital?

Costumamos orientar os provedores que atendemos que é melhor haver o foco em poucas métricas, que sejam bem monitoradas. Então, para responder à pergunta anterior, você primeiro precisa identificar qual detalhe é mais crítico no momento, o que mais te preocupa na campanha no exato momento. É o número de leads que chega? É o longo tempo de fechamento? É a taxa de conversão que está baixa? É o tempo de retorno do atendimento comercial?


Respondendo a esta pergunta, você poderá focar em métricas que realmente importam para a sua campanha de marketing no momento, aprimorar os resultados, e só depois avançar para as próximas medições.


Existe um conceito representado pela sigla “OMTM – One Metric That Matters” que se traduzido para o português significa: “Uma métrica que realmente importa”. E é disso que estou falando.


Agora em termos práticos, como você pode identificar se a sua métrica é boa o suficiente para monitorar o problema encontrado, já que você identificou a área de maior risco?


Sem dúvida você tem objetivos a partir daí não é mesmo? Seja aumentar o tráfego ao seu site, atrair novos leads, reduzir o número de reclamações, enfim, em cada fase do teu negócio a sua métrica irá mudar. O que precisa ficar claro, é que uma boa métrica não precisa ser aquela que toma a tela do seu computador com gráficos e números em excesso.


Ela precisa ser clara, direta, gerar comparações entre períodos e principalmente possibilitar uma mudança imediata se a métrica gerar números e percentuais insatisfatórios para o seu provedor.


Bom pessoal, as possibilidades são enormes, eu tenho certeza que sua agência digital terá habilidade suficiente para te orientar quanto as métricas, mas procure focar no que mais importa em cada fase da sua campanha de marketing, e não se esqueça de manter a sua equipe sempre atualizada quanto ás métricas.


Por hoje é só. Até o próximo artigo.

Por: Daiamon Bendo Paiva

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Edição de 2020 da EXPOISP Brasil é cancelada devido à pandemia do COVID-19

Devido as restrições para a realização de eventos presenciais, a produção remarcou o evento nacional de Olinda para maio de 2021

A pandemia do novo Coronavírus preocupa diversas empresas que promovem, anualmente, eventos presenciais em todo o mundo. As restrições impostas para evitar aglomerações e, consequentemente, a proliferação do contágio da doença resultaram no cancelamento e adiamento de vários encontros.

Diante disso, a EXPOISP Brasil, o evento que leva o mercado ISP para Provedores de Internet de todo o Brasil, amparado pela situação atual da pandemia, decidiu rever a data da realização do evento nacional de Olinda.

A feira será postergada para 2021 e a nova data será 05, 06 e 07 de maio. O local do evento será o mesmo, o Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. A produção afirma que foi uma decisão difícil, porém necessária para garantir o bem-estar e a saúde dos participantes.

No entanto, a Start Produções e Eventos, empresa produtora da EXPOISP Brasil, destacou que irá promover uma edição virtual do seu encontro de Provedores de Internet. A EXPOISP Virtual será de 11 a 13 de novembro de 2020. Serão 3 dias de evento totalmente online e gratuito com muito networking, tecnologia, conhecimento, inovação e conteúdos.

“Foram meses de planejamento para o evento acontecer em 2020, mas tivemos que tomar essa decisão difícil e adiá-lo para 2021. Logo logo chega o mês de maio e poderemos realizar o encontro de provedores de internet presencialmente. Enquanto isso, estamos reservando uma programação especial para a EXPOISP Virtual. Nos dias 11, 12 e 13 de novembro iremos promover a melhor experiência do mercado ISP para os profissionais de telecomunicações, 100% online. Será um evento feito para você, daquele jeitinho que só a EXPOISP Brasil sabe fazer.” – afirma o departamento de Marketing da EXPOISP Brasil.

Para quem deseja participar dos eventos é só ficar ligado nas redes sociais, @expoispbrasil, e no site, www.expoispbrasil.com.br. Em breve será possível encontrar todas as informações sobre inscrições, programação e novidades do evento virtual. Já para o evento de 2021, as inscrições continuam abertas.

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Experiência 5G começa a ser testada no Brasil, mas serviço ainda é limitado

Nesta primeira fase, usuário terá mais velocidade, mas experiência completa vem só depois de leilão da Anatel, previsto para 2021.

Em um mundo cada vez mais conectado, a expectativa para o 5G só aumenta. A internet móvel de quinta geração promete trazer velocidades ainda maiores e ‘conversa’ entre máquinas. Incrível né? Imagine então fazer parte da primeira parte da experiência do 5G no Brasil.

Três operadoras do país irão ativar o sinal de internet móvel de quinta geração até setembro. Mas já no mês de julho duas delas prometem lançar o serviço.

O acesso ainda será limitado já que o Brasil tem apenas um aparelho de celular que suporta o 5G, o Motorola Edge. O sinal será ativado apenas em alguns bairros de oito capitais do país. As operadoras explicam que a nova tecnologia ainda não conta com todo o potencial prometido pelo 5G. Esta é apenas uma fase inicial, na qual as operadoras ativam o novo sinal a partir de um recurso que permite compartilhar frequências utilizadas pela rede 4G através do recurso conhecido como DSS (Dynamic Spectrum Sharing, ou Compartilhamento Dinâmico de Espectro).

A expectativa é que o usuário tenha uma conexão mais veloz que o 4G, que deve ser intensificada após o leilão de frequências da Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, previsto para 2021.

No Brasil, o 5G será ativado pelas operadoras Claro, Vivo e TIM. A Claro já ativou seu sinal que será disponibilizado gradualmente até o final de setembro, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. Na capital Paulista vai ser possível ter acesso a tecnologia usuários da Avenida Paulista e região dos jardins. O sinal também vai se estender pelos bairros de Campo Belo, Vila Madalena, Pinheiros, Itaim, Moema, Brooklin, Vila Olímpia, Cerqueira César, Paraíso, Ibirapuera e região da Avenida Berrini e de Santo Amaro.

Já no Rio de Janeiro, o 5G está disponível em Ipanema, Leblon e Lagoa. O sinal também vai se estender por toda a orla, do Leme até a Barra da Tijuca, passando pelo Jardim Oceânico, São Conrado e Copacabana.

A Vivo irá ativar seu sinal no dia 24 de julho nas seguintes localidades: São Paulo: regiões da Avenida Paulista, Vila Olímpia e Berrini; Brasília: Eixo Monumental, Esplanada dos Ministérios e shoppings; Belo Horizonte: regiões de Savassi e Afonso Pena; Salvador: Pituba e Itaigara; Rio de Janeiro: Copacabana, Ipanema e Leblon; Goiânia: região central da cidade; Curitiba: Centro Cívico, Alto da Glória, Batel e Água Verde; Porto Alegre: Moinhos de Vento, Avenida Carlos Gomes e Shopping Iguatemi.

Já o sinal da operadora TIM será ativado a partir de setembro, nas cidades de Bento Gonçalves – RS, Itajubá – MG e Três Lagoas – MS.

Fonte: Globo.com

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WhatsApp apresenta novas facilidades para Provedores de Internet

Como utilizar o WhatsApp no atendimento da sua empresa e conectar seu negócio?

Desde 2009 o WhatsApp vem sendo a principal ferramenta de mensagens em todo mundo. O aplicativo é extremamente popular e mensalmente são 1,5 bilhão de usuários ativos segundo números da própria companhia.

Negócios em todo o mundo aderiram ao WhatsApp para facilitar o atendimento com seus clientes já que hoje é o principal meio de comunicação da maioria da população. O WhatsApp Business, por exemplo, é o mais utilizado por empresas. A solução lançada no início de 2018 é destinado para facilitar a gestão e o atendimento. Com essa versão destinada a micro e pequenas corporações é possível criar um perfil de negócio com informações para que o cliente possa acessar de maneira fácil, como nome, descrição, endereço e, site. O WhatsApp Business também permite recursos de mensagens rápidas, de saudação e de ausência que facilitam bastante a interação. O aplicativo também oferece métricas simples e permite a organização de contatos e conversas por etiquetas.

A versão Business do WhatsApp foi bem aceita por Provedores de internet de todo o Brasil. Ele permite uma comunicação simples, rápida e direta com o consumidor. A ferramenta permite que o profissional de ISP resolva inúmeras questões com seus clientes como solicitação do auto desbloqueio da linha, abrir um atendimento no suporte técnico para comunicar sobre a falta de internet na região, tirar dúvidas sobre os planos de adesão e buscar informações financeiras.

Algumas empresas do setor costumam até personalizar o seu atendimento pela ferramenta. No próprio site da empresa clicando no ícone do WhatsApp o consumidor pode realizar facilmente seu atendimento. Hoje empresas oferecem serviços próprios para provedores que incluem Chabot: mensagens de texto e fluxos automatizados enviados de maneira automatizada via WhatsApp e possibilidade de incluir a qualquer momento do fluxo um transbordo de atendimento para um chat humano, entre outras possibilidades.

E para facilitar ainda mais o negócio de Provedores de Internet e empreendedores de todo o mundo, o WhatsApp anunciou o lançamento de novas formas de conexão. Agora é possível criar códigos QR para que pessoas tenham acesso a uma conversa com um negócio. Além disso, é possível compartilhar um link para o catálogo de produtos do aplicativo de mensagens.

O código QR funciona como a porta de entrada digital de uma empresa facilitando o primeiro contato de um cliente. Antigamente, era preciso salvar manualmente o número de telefone de interesse na agenda de contatos. O novo recurso do WhatsApp permite que a pessoa escaneie o código QR do seu provedor para iniciar uma conversa. Isso permite o envio rápido de promoções, novidades, pacotes e planos de internet tornando a conversa mais dinâmica.

Já o catálogo permite que os provedores exibam e compartilhem seus serviços de telecomunicações, o que pode ajuda-los a fechar vendas. Desde o seu lançamento, o recurso tornou-se uma das maneiras mais populares de interação entre clientes e empresas.

Estes recursos já estão disponíveis para empresas do mundo todo que usam o aplicativo WhatsApp Business.